sábado, 3 de junho de 2017

A PRIMEIRA VEZ

Seguindo a linha prática de raciocínio a la Diana, eu também havia prometido para mim mesma que a minha primeira vez não seria com um homem que eu estivesse apaixonada. Havia um rapaz que trabalhava comigo, o Hugo. Ele era um cara muito legal, conversávamos sobre tudo, ele me deixava sempre muito á vontade e tinha namorada. Na minha cabeça ignorante e egoísta, não teria nada demais ficar com ele se fosse sem compromisso. E assim fomos ficando, até que um dia rolou. Não foi nada demais, não foi num lugar legal ou numa situação maneira. Estávamos na casa de uns amigos, era dia de entrega do Oscar, então nos reunimos porque fizemos apostas que valiam desde dinheiro até objetos pessoais importantes. Durante os comerciais, todos se dispersaram para fazer algo: Comer, ir no banheiro, preparar algo, enfim. Fomos ao porão que ficava na cozinha, era tipo uma despensa de alimentos. Foi uma merda de uma rapidinha no chão. Mas eu achei ótimo, porque não era mais virgem, porque não doeu, e eu me senti mais mulher que nunca.
Mas em outra oportunidade ele se redimiu, e me levou num hotel, depois na casa dele. Sim, na casa dele porque ele também era irresponsável e egoísta, e não pensou que pudesse magoar a namorada dele, que por acaso estava indo morar com ele. E assim fomos saindo muitas outras vezes, e eu já não estava percebendo que estava envolvida cada vez mais. Ainda achava que era dona do meu nariz.  


MR G

Estava no trabalho, quando o telefone tocou e eu atendi. Um homem perguntava se  era da boate  que ficava ao lado do meu trabalho. Eu disse ...